Websérie trata dos hábitos atuais de consumo de mídia entre jovens

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HD #semfiltro é uma websérie que aborda os hábitos de consumo de mídia entre jovens. A cada episódio entenda como a juventude se comporta em busca de informação. Compartilhe com seus amigos que possuem interesse no assunto. Aproveite e comente aí embaixo. Apresentação Marcio Gonçalves Direção Pedro Widmar Produção Thainá Rosa Arte Wimona-Lee Fortes

Cidade Olímpica “para inglês ver”

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Uma expressão do tempo do Império merece ser lembrada a alguns dias do início dos Jogos Olímpicos 2016. O Rio de Janeiro, como sede da maior parte das competições, está ficando lindo de morrer. Mas é só mesmo “para inglês ver”. E é bem no sentido que o dicionário Houaiss a define: “para efeito de aparência, sem validez”.

A percepção desta (des)organização, para um cidadão carioca que mora no bairro boêmio da Lapa, não é de assustar. Digo isto para contextualizar o leitor que o relato mais à frente é do olhar de um morador acostumado a ver a poeira sendo varrida para debaixo do tapete o tempo todo.

Neste sábado, na manhã do dia 23 de julho de 2016, o passeio da Rua do Riachuelo até a Feira de Orgânicos da Glória teve dois momentos. O primeiro, como é comum de se ver no início do dia após as sextas-feiras: muitos boêmios ainda pelos bares, o comércio abrindo as portas e as pessoas começando o movimento natural de passeio com os filhos, levando os animais de estimação para passear e, assim como eu, indo à feira. O outro, era a desordem e o caos diário de pessoas sem teto dormindo na rua.

Arcos da Lapa é um dos pontos mais visitados pelos turistas

Quem conhece o trajeto sabe do que estou falando: ao passar por debaixo dos Arcos da Lapa em direção à Glória percebe-se que o trecho que divide o Centro da Zona Sul é um pedaço do Rio que mistura a cena cultural do local com a de muitas outras mazelas de qualquer cidade grande. Mas é este ponto que merece ser lembrado. Por que não arrumar a casa todos os dias? Vai deixar para varrê-la somente em dias de visita?

Na volta da feira para casa, cerca de uma hora depois, e, claro, depois que a vida começa a ganhar a dinâmica da agitação normal de um sábado, o caminho parecia começar a ficar pronto para receber os visitantes: não havia mais pessoas dormindo na rua e os guardas municipais faziam a ronda para garantir a segurança dos turistas que já estão pela cidade. Até os pouco esquecidos orelhões que estão pelas ruas ganhavam uma caprichada no visual.

Diante de algumas teorias que explicam o sentido da expressão “para inglês ver”, fico com os valores negativos que ela traz quando as pessoas hoje a usam: demagogia, hipocrisia e mentira. Nós, cariocas, sabemos quando determinada coisa é ou funciona de um modo, quando, na verdade, não é bem assim no dia a dia.

Mas o registro aqui fica mais como um estímulo aos moradores que não estão de passagem. Vamos cobrar das nossas autoridades um Rio de Janeiro que as crianças, os jovens e os idosos possam ver como um espaço saudável de convivência, de oportunidades e, acima de tudo, de segurança para viver.

Revista Imprensa busca inovação e interação para ampliar negócio

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A Revista Imprensa, que completa 30 anos em 2016, não parou no tempo e avança junto com as tecnologias digitais. Reconhecida como uma plataforma de diálogo de comunicação, o investimento vai além da produção de conteúdo. Novas ações que envolvem relacionamento com estudantes e professores de comunicação fora do meio online garantem engajamento do público que se renova a cada dia.

Thais Naldoni, gerente de jornalismo da Imprensa Editorial, assume que ainda precisa melhorar com as novas formas de interação com os leitores. “Já começamos a ter uma agenda comercial e de conteúdo para trazer novas fontes de renda”, explica. “Uma novidade que vamos lançar na próxima edição da revista é o projeto Histórias de TCC. Alunos vão poder contar os bastidores do desenvolvimento de seus projetos”, completa. “O desafio agora é reverter o engajamento em acesso e melhorar a tecnologia”, finaliza.

Felipe Salazar lança na quinta-feira, 31 de março, a partir das 18 horas, no Multifoco Bistrô, na Lapa, o primeiro livro dele, ABERRAÇÕES SELVAGENS, publicado pela Editora Multifoco.

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O AUTOR

FELIPE SALAZAR tem 20 anos, vive no Rio de Janeiro e, desde cedo, sempre se interessou em desenvolver seu lado criativo, desenhando e escrevendo sobre temas de aventura.
Com domínio do inglês e espanhol, estudou Game Designer e cursa jornalismo na Faculdade Helio Alonso. Felipe apresenta o canal do YouTube (FoxWalkerBR) que conta com mais de 90 mil inscritos. Nele, apresenta críticas e comentários sobre a série The Walking Dead. A partir do seu fascínio em analisar filmes e séries de TV, passou a procurar entender como uma construção artística é moldada e enveredar por um novo caminho: a literatura.

O LIVRO

ABERRAÇÕES SELVAGENS é uma história sobre animais antropomórficos (seres com feições animalescas com aparência e comportamento humanos) que narra situações de guerra, super-poderes e conflitos de ordem pessoal entre seus personagens.
Neste primeiro livro, Felipe Salazar tentou fugir dos clichês mais comuns em histórias do gênero. Como a temática é de “superpoderes”, o livro não se resume a momentos destrutivos, romances perfeitos e na luta clássica entre o bem e o mal, mas, sim no que poderia acontecer se tudo estivesse mais próximo da realidade. São abordadas situações de preconceito, fugas, tramas complexas, conflitos internos e traições, e ainda algo pouco explorado, como as mudanças psicológicas dos personagens.
Essas características fazem de ABERRAÇÕES SELVAGENS um livro direcionado, a um público alvo de jovens adultos, interessados em histórias de ficção e aventuras.
Pela diversidade de temas e personagens envolvidos, este primeiro livro já foi concebido com o propósito de ser replicado em outras publicações com histórias ambientadas dentro do mesmo universo. Além dos livros, a riqueza dos personagens e as interações entre eles se prestam a inúmeros desdobramentos como filmes, animações ou até mesmo em “games”.


SUMÁRIO

A globalização se tornou um fator importante para o funcionamento do mundo. Os vários seres, que antes viviam separados, se uniram após a guerra. Criaram uma sociedade onde as suas diferenças e suas culturas foram respeitadas e não menosprezadas.
Novos líderes foram selecionados para conduzir esse novo mundo, onde as terras não estavam limitadas às suas espécies dominantes. Daí em diante, caninos, felinos, roedores e répteis se espalharam por todas as partes do mundo, misturando todas as atividades desenvolvidas anteriormente por suas respectivas espécies.
Não havia mais conflitos e a concórdia estava sendo compartilhada entre todos, mas não por muito tempo.
Tudo se inicia em uma boate onde vários personagens descobrem que adquiriram “poderes” momentos depois de um incidente ocorrido no local. O “Governador”, responsável pela organização da sociedade, após perceber alguns problemas e vendo que isso poderia ser perigoso para a comunidade, promove uma ação para acabar com esses problemas. Rapidamente, é formada uma equipe de captura, cujos membros receberam um vírus que lhes garantem “poderes” também. A única diferença, é que eles têm um propósito, ao contrário das pessoas na boate, que teriam total liberdade de expressar suas novas capacidades em qualquer situação. Com as pessoas certas, tudo parecia funcionar corretamente, porém ninguém estava ciente das verdadeiras intenções do Governador ao iniciar esse plano.

SERVIÇO

Lançamento do livro ABERRAÇÕES SELVAGENS, primeiro livro do autor, Felipe Salazar;
Data: 31 de março de 2016, quinta -feira, às 18:00 horas;
Local: Multifoco Bistrô – Avenida Mem de Sá, 126 – Lapa – Rio de Janeiro – RJ.